Remédio para inteligência: Como funciona e onde comprar

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O remédio para inteligência pode ajudar as pessoas a conseguirem melhor desempenho em suas atividades diárias.

Pois, a proposta do medicamento é ajudar o cérebro a desempenhar as suas funções na potência máxima.

Ou seja, se você tem uma prova muito difícil pela frente, ingerindo o remédio da inteligência, conseguirá resultados acima do esperado.

Entretanto, o medicamento não tem o poder de tornar o cérebro de uma pessoa que não estuda e não se esforça, em um cérebro cheio de informação e dados.

Quer saber mais sobre o remédio inteligência? Então, continue lendo esse post até o final.

Remédio para inteligência: quem pode tomar?

O remédio para inteligência foi desenvolvido para tratar pessoas que possuem algum tipo de distúrbio neurológico.

Como por exemplo, TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção). Neste caso, a pessoa tem dificuldade para se manter concentrada nas tarefas.

O que atrapalha no seu dia a dia, prejudicando o desempenho no trabalho, nos estudos e nas demais atividades cotidianas.

Contudo, alguns neurologistas de universidades americanas, defendem que o uso do medicamento pode potencializar o desempenho do cérebro.

E por isso, pode e deve ser liberado para qualquer pessoa que desejar usar a droga com a intenção de aumentar a sua cognição.

Pois, segundo eles, os seres humanos foram dotados de capacidade de produzir meios para aprimorar as suas funções cerebrais.

Portanto, os remédios para inteligência estão no mesmo patamar de utilidade que as invenções da escrita, da imprensa e da internet, por exemplo.

Por isso, devem ser encarados como mecanismos para auxiliar a humanidade a alcançarem grandes realizações por meio da sua própria inteligência.

Como é o caso das forças armadas americanas, que distribuem o medicamento para os seus militares se manterem acordados durante as sentinelas.

Remédio para inteligência: como funciona?

O remédio para inteligência pode funcionar como um estimulante para manter uma pessoa acordada.

Mas também pode funcionar como combustível para as pessoas que precisam explorar ao máximo o seu potencial cognitivo.

Portanto, para quem precisa se manter acordado para varar a noite estudando, por exemplo, pode funcionar melhor que o cafezinho.

Já para quem precisa ter alto desempenho em alguma prova, ele pode ajudar os neurotransmissores cerebrais a realizarem muito mais conexões.

Com isso, a fluidez do raciocínio se desenrola com muito mais facilidade. Diminuindo as chances de se perder a concentração com ruídos externos ou com o cansaço.

Veja as principais ações produzidas no cérebro:

  • Aumento da atenção
  • Melhora da memória
  • Aumento da concentração
  • Maior clareza de raciocínio

Em outras palavras, o remédio para inteligência pode ajudar você a pensar mais, por muito mais tempo, e sem apresentar sinais de cansaço.

Remédio para inteligência vicia?

Cada vez mais as indústrias farmacêuticas estão buscando apresentar soluções que não apresentem efeitos colaterais. 

E o efeito viciante é o maior deles, preocupando tanto quem toma o medicamento, quanto a comunidade médica que o prescreve.

E por isso, há um esforço conjunto entre médicos e cientistas em busca dos melhores tratamentos e melhores soluções medicamentosas.

Como é o caso dos laboratórios franceses, que desde a década de 1970 estão conseguindo alcançar resultados bem animadores.

E um deles é a descoberta da substância química modafinil que visa tratar uma doença do sono – a narcolepsia.

Trata-se de um distúrbio que causa sonolência excessiva durante o dia, e afeta até 0,5% da população mundial.

E a droga tem apresentado melhores resultados. Pois não apresenta os efeitos colaterais dos tratamentos anteriores.

Além disso, não causa entorpecimento, agitação, e o melhor: não vicia. Pois, essa é a maior preocupação de quem precisa se medicar continuamente.

A descoberta dos franceses fez tanto sucesso que atraiu a atenção da empresa americana Cephalon, que tornou-se detentora da patente.

Lançando a solução no mercado como uma proposta para quem desejasse ter mais ânimo no dia a dia.

E mesmo sob a aplicação de sanções punitivas por parte do governo americano, que considerou a atitude de marketing ofensiva, as vendas continuaram.

E a comercialização da modafinil se expandiu para vários países, inclusive, aqui no Brasil.

Remédios para inteligência caseiros

Ao contrário do que se pensa, o remédio para inteligência é algo que sempre esteve na mira dos seres humanos.

E sempre com o intuito de aproveitar ao máximo as funcionalidades do cérebro e alcançar alta performance no trabalho, nos estudos etc.

Então, voltando um pouco na história, percebemos que sempre houve a necessidade de recorrer a subterfúgios para dar conta das tarefas.

E para isso, testaram-se várias coisas para burlar os efeitos do sono, do cansaço, da fadiga mental, e dentre outras coisas.

E uma delas, é comer o alho cru. Algo que os romanos acreditavam impulsionar a inspiração.

Já para aumentar a bravura e a valentia dos soldados, bebia-se cerveja. Neste caso, para alguns, até a ereção se prolongava por muito mais tempo.

E cá entre nós, quem nunca enfiou os pés em uma bacia com água gelada para se manter acordado e conseguir concluir aquele trabalho difícil?

Pois é, nem sempre conseguimos dar conta das nossas tarefas sem contar com a ajuda de elementos externos.

E por isso que os remédios para inteligência fazem tanto sucesso, pois atendem as necessidades de quem o consome.

Remédios para inteligência: os intelectuais também usavam

Veja o caso de alguns intelectuais que também recorreram aos remédios para inteligência.

A começar pelo filósofo Francis Bacon (século XVI), que admitiu consumir elementos para ajudar a manter a mente mais afiada. No caso, o tabaco e o açafrão.

Já o escritor Honoré de Balzac (século XIX), enchia a cara de café. Acreditando que isso o ajudava a se manter acordado para exercitar por mais tempo o intelecto.

Além do famoso psicanalista, Sigmund Freud, que considerava a cocaína um poderoso auxiliador da mente.

Como visto, nem todos esses remédios para inteligência eram inofensivos, pois alguns, traziam efeitos negativos para a saúde.

De modo que isso desencadeou em uma necessidade constante na busca por encontrar algo que resolvesse o problema, mas que fosse seguro.

Com isso, a partir de 1956 começou a surgir no mercado potencializadores mentais ditos mais seguros.

Como é o caso da ritalina, um composto químico derivado de anfetaminas, utilizado para tratar casos de déficit de atenção, depressão, e outros distúrbios do cérebro.

Tornando-se a pedra fundamental da indústria das drogas da inteligência, pois, era considerada o primeiro estimulante com razoável nível de segurança para uso.

Remédio para inteligência também trata doenças

O desenvolvimento dos remédios para inteligência também ajudam o cérebro a se manter ativo por muito mais tempo.

Com isso, pode ajudar as pessoas a se manterem lúcidas até na velhice. Pois, é quando ocorrem as perdas de memórias e as dificuldades para concluir o raciocínio.

Como por exemplo, a doença de Alzheimer, que causa a degeneração cerebral. E aos poucos, a pessoa vai se tornando completamente dependente de outras.

Então, algumas substâncias químicas estão sendo testadas com o intuito de reduzir esses danos irreversíveis.

Como é o caso das ampaquinas, que ajudam a fortalecer os sistemas cerebrais. Reforçando as respostas dos neurônios a um neurotransmissor chamado glutamato.

Embora ainda os estudos não sejam conclusivos, essa é a esperança mais promissora para os familiares que cuidam de alguém com Alzheimer.

Todavia, existem estudos com outras substâncias que também visam mitigar os danos causados pela doença.

Vamos torcer para que eles consigam apresentar resultados importantes, e com isso, poder ajudar milhares de pessoas por todo o mundo.

Remédios para inteligência: efeitos colaterais

Os remédios para inteligência, assim como qualquer outro remédio, também pode apresentar efeito colateral.

Cabendo a cada um tomar ciência desses efeitos adversos e saber se vale a pena ou não fazer uso do medicamento.

No entanto, é sempre bom lembrar que não existe nenhum medicamento 100% seguro. A começar pelas vacinas que os bebês tomam.

Então, sempre estamos suscetíveis aos efeitos colaterais de substâncias estranhas em nosso corpo.

Todavia, diante dos benefícios que o medicamento oferece, os efeitos colaterais tornam-se coisas de segunda ordem.

Portanto, há de se colocar na balança os prós e os contras para julgar se o remédio que vai ingerir trará mais benefício ou prejuízo à saúde.

E outra coisa, os efeitos colaterais nem sempre ocorrem, servindo apenas como um alerta para ninguém ser pego de surpresa.

Além disso, os remédios para inteligência podem ser usados em situações pontuais para conseguir dar conta de alguma demanda importante.

Pois, como pudemos verificar, os resultados são positivos. Então, fica a sugestão.

Onde Comprar remedios para inteligencia

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Conclusão

Por fim, acreditamos que sempre é válido experimentar algo que ofereça vantagens, e que ao mesmo tempo, não prejudique a saúde.

Como visto, os efeitos são favoráveis para quem recorreu ao remédio para inteligência.

E nessa loucura em que vivemos, sempre precisamos contar com a ajuda de fatores externos para sobreviver bem a ela.

E dar conta de trabalhar, estudar, cuidar da casa, da família, alcançar os objetivos. Nossa, é muita coisa, né?

O jeito é buscar ajuda para não sucumbir diante de tantos afazeres. Então, recorra a um remédio para inteligência que realmente vai ajudá-lo.

E não se esqueça de cultivar hábitos de vida saudáveis, como a alimentação balanceada, prática de atividades físicas, boas noites de sono e descanso reparador. 

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